domingo, 27 de setembro de 2015

Condenado por estuprar, queimar e matar estudante na PB é morto ao sair de presidio

O apenado Josinaldo Soares, 26 anos foi morto na manhã de sexta-feira (25) após ser atingido por disparos de arma de fogo no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.

De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi encontrada com um ferimento na região da cabeça feito pelo impacto do tiro, recebeu os primeiros socorros, mas não resistiu.

Ele cumpria pena em regime semiaberto no presidio Sílvio Porto, e tinha acabado de sair da unidade prisional quando foi alvejado.

Josinaldo Soares foi condenado a 17 anos de prisão, sendo réu confesso da morte da estudante Carla Eugênia, torturada, estuprada, assassinada, queimada e enterrada no quintal de sua, no dia 11 de novembro de 2008, no município de Conde.

A condenação foi por homicídio triplamente qualificado, após vários cancelamentos do julgamento. O assassino confesso só foi julgado após 5 anos do crime, por isso tinha sido beneficiado com o regime semiaberto.

O crime

O corpo da estudante foi encontrado pela polícia, 18 dias após o crime, enterrado nos fundos da casa de Josinaldo. Para despistar a polícia dos restos mortais da estudante, ele enterrou a vítima e depois matou um cachorro e colocou no mesmo buraco.

A mãe da estudante, Analu Pereira da Silva, lembra que nas primeiras buscas, a polícia chegou a parar de procurar, depois que encontrou o cachorro enterrado. Após Josinaldo confessar o crime, o corpo foi retirado do mesmo buraco que tinha aproximadamente dois metros de profundidade.

Analu relembra que a filha saiu de casa até a agência dos correios e telégrafos, no dia 11 de novembro de 2008 e desapareceu. O corpo foi encontrado 18 dias depois, inclusive dia do aniversário da mãe da vítima. Segundo ela, mesmo tendo praticado o crime, o assassino chegou a dar palavras de conforto para a família e dirigia até trabalhos de oração, como se nada tivesse acontecido.

Motivo do crime

A família da vítima acredita que Carla foi assassinada por causa de uma dívida que Josinaldo tinha com ela, de R$ 147,00. De acordo com Analu, Josinaldo fez umas compras na loja que Carla possuía na cidade e não pagou. A estudante chegou a cobrar a dívida a Josinaldo, em praça pública.




Fonte Portal do Litoral


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