quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Deputado paraibano defende Eduardo Cunha de acusações da Lava Jato: 'não cometeu decoro'

Uma matéria divulgada pelo portal UOL na manhã desta quarta-feira (24) mostrou a declaração de vários apoiadores do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB). Entre eles, o deputado federal paraibano Wellington Roberto (PR).

Para o deputado, Cunha, que recebeu acusações de ter recebido propina do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato, não cometeu decoro na forma como ele se expressou na CPI da Petrobras.

“Eu estava ouvindo o advogado de defesa de Cunha justificando que a Receita Federal do Brasil não tem essa legislação que possa exigir a declaração do trust”, afirmou.

Leia a matéria na íntegra e assista o vídeo:

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), continua a contar com um grupo fiel de apoiadores no Parlamento apesar das denúncias de que ele recebeu propina do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

Cunha é alvo de investigações conduzidas pela PGR (Procuradoria Geral da República) por ter supostamente recebido propina do esquema e ser dono de contas no exterior não declaradas às autoridades brasileiras. Além disso, ele responde a um processo no Conselho de Ética ao ter afirmado na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras na Câmara dos Deputados que não tinha contas no exterior. Cunha nega ter recebido propina do esquema da Lava Jato e diz que as contas atribuídas a ele pela PGR não são "contas" e sim um "truste" do qual ele seria apenas o beneficiário.

Ao longo de três semanas, o UOL procurou os nove deputados que votaram contra o prosseguimento do processo por quebra de decoro no Conselho de Ética e o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), autor do recurso à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara que fez o processo contra Cunha voltar à estaca zero.

Dos 10 deputados procurados, apenas cinco foram aceitaram falar: Carlos Marun, Cacá Leão (PP-BA), Wellington Roberto (PR-PB), Ricardo Barros (PP-PR) e Paulinho da Força (SD-SP). Aqui, eles explicam por que defendem Eduardo Cunha.




Fonte
UOL



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